domingo, 21 de fevereiro de 2016

Medicina médica

Em julho de 1951, foi firmado convênio entre a OPAS e o governo do
Brasil, que estabeleceu o Escritório de Zona para representar a OPAS no país.
O primeiro representante, Kenneth Courtney, foi designado em outubro do
mesmo ano. De 1954 a 2002, atuaram como representantes do organismo
no país: Hector Argentino Call, Donald Damude, Santiago Renjifo, Raul Vera,
Vasquez Vigo, Jorge Athins, Manuel Sirvent-Ramos, Frederico Bresani, Carlos
Davila, Florentino Garcia Scarponi, Francisco Salazar, Enrique Najera
Morrondo, Ramon Alvarez Gutierrez, Hugo Villegas, Rodolfo Rodrigues, David
Tejada, Armando Lopez Scavino e Jacobo Finkelman.
A montagem do Escritório de Zona da OPAS no Brasil ocorreu no
mesmo período em que o país criava uma pasta autônoma para a área, o
Ministério da Saúde, criado em 1953. Da estrutura do ministério faziam parte
o Departamento Nacional de Saúde, o Serviço Especial de Saúde Pública,
o Departamento Nacional da Criança e o Instituto Oswaldo Cruz.
O Escritório da Zona V, além de assessorar as autoridades sanitárias
federais e estaduais, prestou assistência na obtenção de materiais e equipamentos
de saúde pública e colaborou em diversos programas, com destaque
para o programa de febre amarela, a criação do PANAFTOSA e o programa de
bolsas de estudos. médico dermatologista    médico neurologista



Em 1950, firmou-se um convênio entre o Departamento Nacional
de Saúde e a Repartição Sanitária Pan-Americana, estabelecendo cooperação
com vistas a uma campanha continental contra a febre amarela. O Instituto
Oswaldo Cruz e o Serviço Nacional de Febre Amarela do Departamento
Nacional de Saúde do Brasil, por meio da OPAS, proporcionariam serviços
patológicos, sorológicos e de diagnóstico, como também forneceriam vacina
-contra febre amarela para uso nas Américas. médico pediatra  médico endocrinologista

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A criação do Centro Pan-Americano de Febre Aftosa - Regional 77
- representou outro marco importante nessa nova fase de relação entre a
OPAS e o Brasil. Com verbas designadas pelo Conselho econômico e Social da
Organização dos Estados Americanos e a aceitação da oferta do Brasil para
sediar o novo organismo, instalou-se, em 1951, com a incumbência de proporcionar:
1) serviços de diagnóstico aos países que enviassem amostras;

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2) serviços de assessoramento e consulta aos países latino-americanos que
encaminhassem pedidos de assistência em programas de combate à febre
aftosa ou prevenir sua introdução nos respectivos territórios nacionais;
3) cursos de adestramento aos veterinários dos Departamentos de Agricultura
dos diversos países da América Central, Antilhas e América do Sul no
campo da prevenção, diagnóstico e profilaxia da febre aftosa. (A criação e as
conquistas da PANAFTOSA são apresentadas em texto complementar, que se
integra a este capítulo).
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